quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Saiba por que o pilates é um grande aliado no combate da hérnia de disco



A dor lombar é um dos problemas mais comuns da sociedade moderna. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a incidência de lesões no tronco é muito alta no país e, em geral, de 60% a 80% da população já sofre ou sofrerá de dores na coluna em algum momento da vida. Mas os sintomas, como dores no braços e nas pernas e diminuição de força e atrofia de musculatura, podem ser minimizados com exercícios físicos que buscam fortalecer, equilibrar e alongar a musculatura da coluna vertebral, como o Pilates. 

Dos cerca de 5,5 milhões de brasileiros que possuem hérnia de disco (doença degenerativa da coluna vertebral) muitos têm recorrido ao método como auxílio na reabilitação. Bastante eficaz no tratamento, tanto a longo como em curto prazo, o Pilates atua em todas as fases da hérnia de disco, proporcionando a melhora dos sintomas e evitando a reincidência da doença. 

Segundo o fisioterapeuta e professor de pilates Vinicius Zacarias, durante as aulas, são realizados exercícios que seguem os princípios básicos do método, como a contração dos músculos abdominais associado à respiração, que proporcionam a estabilização da coluna lombar e, consequentemente, a diminuição da dor. Não é à toa que a técnica cada vez mais cresce no Brasil e vem sendo utilizada não só como condicionamento físico, mas também como terapêutico.

— O Pilates é um condicionamento tanto físico quanto mental e, por ser completo, abrange o corpo de maneira uniforme. Isso acaba por fortalecer, equilibrar e alongar a musculatura da coluna vertebral, trazendo um maior alinhamento e, em determinados casos, uma diminuição das tensões existentes. Isso gera um alívio de pinçamentos e compressões dos discos, o que estimula a circulação na região — explica o professor.

E não há nenhuma restrição quanto à prática regular dos exercícios por quem sofre com a hérnia de disco, seja na fase aguda, subaguda ou crônica, desde que sejam orientados por um profissional qualificado. Na fase inicial da doença, ele é geralmente associado a outras técnicas fisioterapêuticas como, por exemplo, a osteopatia e a reeducação postural global (RPG). 

Na fase subaguda são feitos exercícios com a coluna lombar apoiada no chão ou nos aparelhos, como o reformer e o cadillac, e, progressivamente, incluem-se os exercícios que evitam as rotações de tronco e o esforço da musculatura tônica. Já na fase crônica, o método Pilates é de grande importância para tratar as compensações, os encurtamentos musculares, as hipomobilidades, trabalhar a postura e o equilíbrio. 

— Inicialmente, o aluno passa por uma avaliação postural e por uma anamnese, onde são detectados os desvios posturais, desequilíbrios musculares e as dores relatadas pelo próprio aluno. A partir daí é que será montado um programa de treinamento específico, com objetivos pré-determinados e sempre respeitando as restrições ou limitações de cada um — ressalta Zacarias. 

Mente e corpo em equilíbrio

O Pilates enfatiza muito o controle da mente sobre o corpo, bem como a suavidade, precisão e harmonia com que os movimentos devem ser realizados. Ele é baseado em seis princípios: respiração, centro de força (power house), concentração, controle, precisão e fluidez.

Respiração

A respiração deve ser sempre coordenada com o movimento e, se adequada, favorece a organização do tronco, a sustentação lombo-pélvica e o relaxamento da musculatura inspiratória dos ombros e do pescoço.

Centro de Força (Power House)

É um conjunto de músculos responsáveis pela sustentação da coluna e dos órgãos internos. O fortalecimento desta musculatura proporciona a estabilização do tronco e um alinhamento biomecânico com menor gasto energético. 

Concentração

Deve-se dar atenção e importância a todas as partes do corpo para que o movimento seja realizado com a maior eficiência possível. É a transformação de um pensamento em movimento. 

Controle

É o melhor recrutamento da musculatura desejada. Visa um padrão suave e harmônico de movimento. O aprendizado motor também faz parte dos objetivos e benefícios do Pilates e está diretamente relacionado com o princípio da concentração.

Precisão

Diz respeito ao refinamento do controle e equilíbrio dos diferentes músculos envolvidos num movimento, sem gasto desnecessário de energia a partir de contrações inadequadas, sejam elas exageradas ou deficientes.

Fluidez

A fluidez e leveza dos movimentos permitem a utilização apenas da energia necessária para o movimento, sem desperdício. Os movimentos não têm início, meio ou fim. Desta forma, o organismo aproveita a fase concêntrica e excêntrica dos exercícios, resultando num treino equilibrado e funcional e protegendo os tecidos de possíveis desgastes prematuros.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Exercícios protegem jovens da depressão

Praticar atividades físicas durante a adolescência pode evitar a depressão, principalmente entre meninas. É o que indica pesquisa divulgada durante a convenção anual da Associação de Psicologia Americana. Estudiosos da Universidade de North Texas constataram que estudantes do sexto ano do ensino fundamental que se exercitam são menos propensos a sentimentos depressivos. 

 
Os pesquisadores investigaram dados de 437 estudantes, sendo 55% meninas, de áreas metropolitanas da região de North Texas, nos Estados Unidos. Esses jovens estavam incluídos em um grande estudo de avaliação da prática de atividades físicas. No sexto e no sétimo ano, os participantes preencheram questionários sobre sintomas de depressão e sedentarismo. Além disso, foram pesados e completaram um teste de corrida, procedimentos para avaliar se estavam em boa forma.

“O nível de atividade física em um estudante pode variar semanalmente, enquanto que a boa forma é o resultado de uma atividade mais prolongada. Checar o  índice de massa corporal e o desempenho na corrida nos dá um quadro mais completo do nível de atividade de cada pessoa”, explicou Camilo Ruggero, pesquisador da Universidade de North Texas e principal autor do estudo. Ele revelou que 28% das garotas do sexto ano e 29% das do sétimo demonstraram graus elevados de sintomas depressivos. No caso dos garotos, as taxas foram de 22% e 19%, respectivamente.

Ao comparar os dados das estudantes e ajustar variáveis, o pesquisador constatou que o nível de atividade física estava diretamente associado aos sintomas, mais ainda entre as adolescentes. Aquelas com melhor índice de massa corporal e que se saíram bem na prova de corrida eram as menos propensas a exibir o comportamento típico da depressão, enquanto o contrário também era verdadeiro. “Programas de atividade física podem ser uma maneira de ajudar a prevenir a depressão nesses estudantes, embora as escolas devam usar outras intervenções, como terapia comunitária ou individual”, observou Ruggero, na apresentação do estudo. Na adolescência, o distúrbio está associado a diversas causas e pode afetar a saúde geral e o desempenho escolar. 

Principal doença

Tomando como base dados de 109 países, a OMS divulgou, em maio, um relatório indicando que a depressão é a doença mais frequente e o principal motivo de inaptidão entre adolescentes com 10 a 19 anos. O mesmo documento destaca que, nessa faixa etária, 25% das pessoas não praticam exercícios físicos suficientes — o equivalente a pelo menos uma hora por dia, segundo a agência de saúde ligada à ONU. Problemas no parto e suicídio são, respectivamente, a segunda e a terceira causa de morte de jovens, também de acordo com o estudo.

FONTE: SAÚDE PLENA / SITE UAI

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Obsessão pela corrida? Psicóloga diz que vício pode ser prejudicial à saúde

A obsessão na busca de resultados e maiores distâncias na corrida de rua gera preocupação. Para a psicóloga Fernanda Gomes, a necessidade compulsiva nos treinos pode atrapalhar a vida social dos atletas e fazer com que o esporte deixe de se tornar um hábito saudável. 

A obsessão é caracterizada por exagero e fanatismo. No caso da corrida é um pouco complicado, porque há uma liberação de endorfina no organismo. Há a sensação de prazer, então aparentemente ela não seria prejudicial ao ser humano. Mas passa a ser prejudicial emocionalmente porque existe essa necessidade compulsiva de estar sempre em contato com aquilo que me faz bem Mesmo o esporte sendo saudável, a obessão por ele não faz bem. Quando você coloca aquilo como prioridade na vida, compromete outros âmbitos, como o trabalho e a família - explicou Fernanda.

Analista de sistemas e ultramaratonista, Márcio Villar, de 47 anos, começou a correr quando viu que estava levando uma vida sedentária e precisava mudar de hábitos. Incentivado pelo irmão, fez a primeira prova e não parou mais, literalmente. Chega a disputar corridas com 24 horas de duração.

- Estava com 98kg e a vida era uma porcaria. Um dia fui correr para pegar o ônibus para trabalhar e não consegui nem subir. Surgiu uma corrida de 8km em que cada um poderia correr 4km, e o meu irmão fez a minha inscrição e a dele. Eu comecei com as corridas de 5km para a de 10km, depois para a de 21km e a tão sonhada primeira maratona. Um dia recebi um email de uma corrida de 24h em São Paulo. Corri 166km e fiquei em primeiro lugar. A partir daí, passei a duplicar e triplicar as distâncias. Pode ser obsessão ou doença, mas é uma doença do bem - afirmou Márcio.

Segundo Fernanda, querer correr em menos tempo, fazer mais quilômetros e ficar numa atitude repetida deste comportamento de sempre dar o melhor é altamente prejudicial à saúde da pessoa.

- A pessoa só vai conseguir falar sobre este assunto. Pode ser o vício pela endorfina, que é liberada diretamente na corrente sanguínea, mas não sabemos como e em em que quantidade por treino. Não existe obsessão saudável. Para isso, o treino deve ser acompanhado por uma pessoa da área de educação física, com o objetivo de cuidar do seu corpo e do bem estar - encerrou a psicóloga.

Matéria publicada pelo site Globo.com

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Exercitar mais um grupo muscular do que outro pode causar lesões


Algumas pessoas exercitam mais os braços e não dão tanta atenção para as pernas. Já outras fazem exatamente o contrário. Isso acontece geralmente por conta de alguns desejos estéticos que diferenciam homens e mulheres. 
As mulheres normalmente querem mais coxas e bumbum enquanto os homens mais braços, peito e costas, enfim, membros superiores. A preocupação que essa situação vai com certeza gerar um desequilíbrio que poderá trazer alguns danos no futuro. 
Isso ocorre porque nas nossas atividades cotidianas, como trabalhar, estudar, dirigir, caminhar, praticar algum esporte, ir ao banheiro, etc. Existe a solicitação do corpo como um todo, pois todos os músculos tem suas funções e por isso precisam ser desenvolvidos. Então, para imaginar os prejuízos basta apenas pensar que em algum momento o músculo que você precisa para realizar tal atividade pode não estar preparado para atender suas necessidades e isso poderá gerar um tombo, uma lesão, um desequilíbrio, uma dor e por ai vai. 
Normalmente os adolescentes e jovens adultos não se preocupam muito com isso, mas quando passarem dos 40 anos e se aproximarem da terceira idade esse desequilíbrio certamente vai trazer algum dos problemas acima citados. 
Clique aqui para ler a matéria completa.
Escrito por: Givanildo Matias
Portal Minha Vida

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Hérnia de disco: profissional deve conhecer a patologia para prescrever exercícios seguros e eficazes

É preciso evitar cargas excessivas, movimentos com cargas axiais e aqueles com rotação e flexão de coluna. 

Os números impressionam e são preocupantes. Afinal, pesquisas indicam que entre 80 e 85% dos adultos terão lombalgia em algum momento da vida, sendo que “destas, 97% estão relacionadas a dores mecânicas sendo 10% devido à degeneração discal e 4% devido à hérnia de disco”, conta a Professora Dra. Gabriela Molinari Fontela, fisioterapeuta e profissional de educação física.

Conhecer as características e a patologia é fundamental para que o profissional de educação física possa planejar e prescrever exercícios de forma segura e eficaz, além de manter uma relação multidisciplinar com o fisioterapeuta e o médico para obter bons resultados para o aluno. 

A hérnia e o disco

A coluna vertebral é composta por vértebras com um canal interior por onde passa a medula nervosa. Entre as vértebras cervicais, torácicas e lombares, ficam os discos intervertebrais, que são estruturas com forma de anel, constituídas por tecido cartilaginoso e elástico que evita o atrito entre as vértebras e amortece impactos. 

Thiago Carneiro, profissional de educação física e proprietário do Instituto Aica de Jundiaí (SP), compara, de forma didática, o disco a um chiclete com recheio líquido, no qual você move e o recheio se desloca de acordo com o movimento feito. Se houver uma desidratação e um desgaste em um dos lados, o recheio vai vazar por ali. “O disco é enervado e quando a massa discal começa a sair, você sente uma dor leve ali. É o que chamamos de abaulamento.”

Essa “fuga” da massa discal para fora do canal medular é que se chama de hérnia de disco, problema mais comum nas regiões cervical e lombar, mas que pode afetar mais de um disco por vez e que, se não tratada, pode deixar o indivíduo incapacitado de fazer as atividades rotineiras.

Hérnia de disco e o problema multifatorial

A hérnia de disco pode ser causada por diversos fatores, como o genético, a degeneração do disco, a exposição à vibração por longo prazo combinado com o levantamento de peso – característico de algumas profissões como os operadores de britadeira - a má postura, a carga excessiva de peso durante os treinos, um trauma, entre outros.

“Os motivos mais comuns estão relacionados aos fatores ocupacionais associados ao trabalho físico pesado, postura de trabalho estática, inclinar-se e girar o tronco frequentemente, levantar, empurrar e puxar, trabalho repetitivo e até mesmo fatores psicológicos e psicossociais são relatados na literatura”, diz Gabriela.

A idade também “pesa” contra os discos vertebrais, já que a passagem do tempo leva a uma redução no conteúdo hídrico no interior do disco (núcleo pulposo), causando desidratações que provocam fendas radiais e a hérnia. “Nas mulheres isso acontece a partir dos 45 anos e, nos homens, a partir dos 50, mas adolescentes também podem ter hérnia de disco. Não é um problema exclusivo da idade. Além disso, a pessoa que se hidrata bastante, toma bastante água, ajuda a minimizar essa perda hídrica dos discos, embora não seja a principal medida preventiva”, diz Carneiro.

“Os desvios posturais são diversos e podem sim ter relação com a hérnia de disco, mas não necessariamente quem apresenta uma alteração postural terá o problema. A influência da estatura também se relaciona apenas com a desidratação do disco e a diminuição de sua elasticidade e consequente redução da estatura. As compressões axiais podem favorecer uma lesão em um disco já predisposto”, orienta Gabriela.

Hérnia de disco: Sinais de alerta

O profissional de educação física deve estar atento às queixas de seus alunos, sem tentar descobrir ou diagnosticar por conta a hérnia de disco. Gabriela relata que o aluno pode sentir parestesia (formigamento) com ou sem dor, dor com irradiação para os membros inferiores ou superiores (variando de acordo com a localização da hérnia), redução da sensibilidade e até fraqueza muscular. 

Carneiro explica que na maioria das vértebras lombares e cervicais, o abaulamento acontece para trás do disco e, caso ele atinja alguma raiz nervosa, a dor se desloca. Assim, é comum que o paciente sinta dor ou formigamento na panturrilha, por exemplo, e, na verdade, tenha uma hérnia de disco. “Na maioria das vezes, a hérnia está do mesmo lado em que acontece a dor, mas não é uma regra, porque o abaulamento pode estar antes ou depois da raiz nervosa.”

Diante dessas possibilidades, o profissional deve interromper qualquer tipo de exercício ao sinal de dor e orientar o aluno a procurar um ortopedista para a avaliação clínica. “É importante que o profissional de educação física saiba que uma vez hérnia, sempre hérnia. Pode melhorar a dor e se exercitar para evitar que ela volte, mas é preciso conhecimento por parte do profissional para evitar uma piora”, diz Thiago Carneiro, que destaca que alguns sinais e melhora estão relacionados à dor. O profissional da Acaica destaca que se a dor estiver centralizada na coluna e descer para a perna, significa uma piora no quadro do aluno. Agora, se a dor estava na perna e passar a centralizar na coluna, então houve uma melhora na hérnia. “Pode acontecer na aula ou dias depois e geralmente acontece por falta de conhecimento do profissional”, explica.

Diagnóstico feito, cabe ao profissional fazer algumas restrições importantes como evitar cargas excessivas, exercícios que gerem carga axial ou movimentos que combinem rotação e flexão de coluna. Também é importante orientar o aluno de que a dor e a limitação gerada pela hérnia podem leva-lo à incapacidade funcional. 

“Sugere-se um fortalecimento muscular, que não seja na fase aguda de dor, de forma gradual de toda musculatura estabilizadora da coluna, como o quadrado lombar, iliopsoas, músculos abdominais, multifídeos, semi espinhais, iliocostal. Poderão ser realizados por meio de exercícios dinâmicos fora da fase aguda, e a isometria (cuidados aos alunos hipertensos) na fase aguda”, propõe Gabriela.

Para Thiago Carneiro, muitos profissionais de educação física erram por não saberem como agir e como é o funcionamento correto da coluna. Assim, acabam prescrevendo exercícios que trazem dor. “A cervical precisa sustentar a cabeça, que pesa cerca de 4,5 kg, então tem que fortalecer essa musculatura e evitar os exercícios que vão levantá-la, como os abdominais tradicionais. Já os exercícios de descompressão ajudam a aliviar a dor. Na lombar, é interessante evitar a flexão de tronco.”

Exercícios de alongamentos passivos e isolados e aqueles de mobilidade para coluna são bem-vindos até o limiar de dor, enquanto os de tração podem auxiliar no processo, desde que realizado como complemento de um tratamento, e tão somente por um fisioterapeuta com conhecimento a fazê-lo. “Não cabe ao profissional da Educação Física realizar este procedimento”, frisa Gabriela.

Dá para prevenir hérnia de disco?

A prática de atividade física ajuda a evitar a hérnia de disco, uma vez que o sedentarismo reduz o fluxo sanguíneo das vértebras, causando baixas concentrações de oxigênio no disco, reduzindo sua nutrição global e predispondo à desidratação, microfratura e fissura.

Uma vez instalada, a hérnia de disco é “pra sempre” a não ser que o aluno passe por uma cirurgia, requerendo atenção especial do profissional de educação física para sua devida recuperação. Carneiro conta que algumas exercícios, como o de ponte com bola e a série de Mackenzie são capazes até de fazer a hérnia retornar para dentro do disco (“mas só se for um caso de hérnia mole. Hérnias duras são casos mais sérios”, frisa).

O profissional de educação física deve buscar o conhecimento constante para saber como funciona e como lidar com a coluna.“A complexidade da coluna é tanta que é fundamental compreendê-la. Por meio da avaliação postural estática e em movimento, além de outros métodos, pode-se minimizar as chances de errar e comprometer a doença daquele aluno”, diz Thiago Carneiro. 


FONTE: Portal Educação Física
*Consultoria Técnica por Givanildo Matias, Test Trainer.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Metade dos pais subestima peso de filhos gordinhos e obesos



Cientistas analisaram dados de 69 estudos e concluíram que 51% dos pais de crianças e adolescentes com sobrepeso e obesidade não reconhecem o problema. 

Metade dos pais avalia seus filhos gordinhos e obesos como mais magros do que eles realmente são, revelou uma revisão de estudos publicada no periódico Pediatrics, no último domingo.

Cientistas da Universidade Nebraska-Lincoln, nos Estados Unidos, analisaram dados de 69 estudos com mais de 15.000 crianças e adolescentes a partir de 2 anos. Ao confrontar como pais avaliavam o peso de filhos que se encaixavam no padrão de sobrepeso ou obesidade, os pesquisadores descobriram que pouco mais do que a metade — 51% — consideravam seus filhos com sobrepeso como dentro ou abaixo do peso normal e os obesos como normais ou um 'pouco cheinhos'.

Os cientistas ainda analisaram 52 estudos com cerca de 65.000 crianças de peso normal. Eles descobriam que 14% dos pais daqueles participantes também subestimaram o peso de seus filhos.

"Nós sabemos que os pais desempenham um papel crucial para prevenir a obesidade infantil", disse Alyssa Lundahl, líder do estudo. "Mas eles somente poderão ajudar seus filhos se reconhecerem que estão acima do peso e se preocuparem com isso." Segundo Alyssa, os pais devem se certificar de que os pediatras checam o peso de seus filhos. E, independentemente do tamanho da criança, encorajá-la a comer bem e se exercitar.

FONTE: Portal Educação Física

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Plataforma Vibratória: Benefícios

A falta de tempo é um dos grandes problemas da nossa sociedade. Estamos sempre adiando nossa ida a uma academia, a natação. Por excesso de trabalho, acomodamo-nos e deixamos sempre para segundo plano a nossa saúde e bem-estar. E então como fazer se não temos tempo para tratar de nós mesmos?
Para atender justamente as necessidades deste tipo de público, que se preocupa com o seu aspecto físico e com a sua saúde, mas dispõe de pouco tempo e não quer fazer grandes sacrifícios para manter a forma física, foi desenvolvida recentemente uma tecnologia aplicável através de plataformas vibratórias.
Se você tem o sonho de ter um corpo malhado, perder gordura e ganhar massa muscular com esforço zero, simplesmente fique parado em cima de uma plataforma vibratória!


Ela transmite vibrações mecânicas a todo o corpo, resultando em inúmeros benefícios, tais como: 
- Fortalecimento dos músculos;
- Melhor fluxo sanguíneo
- Redução de celulite
- Estimulação do sistema hormonal
- Prevenção do processo de degeneração óssea (osteoporose)
- Contribuição no processo da neuroplasticidade do sistema nervoso.
Esta tecnologia dispõe de um vastíssimo leque de benefícios cientificamente observados:
Estética e saúde:
- Massagem e relaxamento.
- Aumenta a produção de hormônios regenerativos e por tal, a capacidade individual de recuperação.
- Combate o estress e a depressão.
- Melhora a agilidade muscular.
- Torna as articulações mais flexíveis e funcionais.
- Melhora o funcionamento do Sistema Nervoso.
- Melhora a coordenação muscular e o equilíbrio.
- Melhora o funcionamento do Sistema Digestivo.
- Reduz a gordura excedente e a celulite.
- Drenagem linfática.
- Fortalecimento dos tecidos (pele mais firme).
- Tonifica os músculos.
- Reduz osteoporose.
- Combate a artrose.
- Combate a arteriosclerose
- Combate a esclerose múltipla.
- Combate o reumatismo e outras doenças articulares e ósseas.
- Reduz as varizes.
- Regenera cartilagem.
- Reduz as dores de costas.
- Melhora a circulação sanguínea.
- Regulariza a pressão arterial.
- Reduz os níveis de colesterol.
Condição física:
- Alongamentos (stretching).
- Menor esforço das articulações, ligamentos e tendões.
- Programas de reabilitação.
- Potencia os resultados do treino convencional.
- Incrementa os efeitos do estímulo cardiovascular.
- Acelera a recuperação pós-esforço.
- Melhora a circulação sanguínea.
- Melhora a coordenação motora.
- Aumenta a força explosiva.
- Aumenta o poder de aceleração.
- Aumenta a potência muscular.

FONTE: CUIDANDODOCORPO.COM.BR 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

5 motivos para aderir a massagem

Não há quem discorde que a massagem é um dos métodos mais eficazes para relaxar o corpo e a mente. Com técnicas específicas para cada tipo de tensão, um toque pode fazer a diferença e transformar uma semana agitada em sete dias sem stress.
Se você ainda não aderiu a essa prática, leia agora alguns motivos para mudar de ideia e boa massagem!

Alívio da dor
Nada de recorrer a farmácia para aliviar as dores no corpo, a massagem pode ser uma medicamento natural, pois ajuda na circulação sanguínea e faz com que os músculos que antes estavam tensos relaxem e recebam os sinais de pressão que fazem com que você esqueça da dor. Mas atenção: em alguns casos onde a musculatura está lesionada ou inflamada a massagem feita por pessoas leigas pode agravar o caso. Sempre procure um profissional capacitado ou ao persistirem os sintomas procure um médico!
Hormônios e imunidade
A massagem também pode ser uma excelente aliada para quem tem a imunidade baixa e sofre com problemas hormonais. O toque sobre a pele com a pressão necessária estimula nosso organismo a reduzir a produção de alguns hormônios “negativos” que nos deixam mal-humoradas e estressadas. Além de estimular as células brancas do nosso corpo a trabalharem mais rápido, nos deixando mais resistentes a doenças.
Flexibilidade
Ser flexível está diretamente ligado as habilidades motoras do organismo. Receber uma massagem ajuda o corpo a ter maior concentração e pode ser usada para estimular atletas, idosos e profissionais que precisam trabalhar na mesma posição, além de deixar o corpo mais leve para se movimentar.
Adeus toxinas, olá pele hidratada.
Só quem sofre com inchaço sabe como a sensação de desconforto é difícil, porém nem tudo está perdido, já que a massagem é uma ótima maneira de ajudar seu corpo a liberar as toxinas que provocam esse tipo de inchaço, além de fazer seu sangue circular, o efeito também é positivo para a pele que ganha mais vida e fica sedosa.
Sono e descanso
A massagem também pode ser muito útil para quem sofre de insônia. A pressão feita pelas mãos e o estímulo na circulação do sangue a ajuda o cérebro a relaxar e permite que o hormônio do sono seja produzido com mais facilidade.
Qualidade de vida, esse é meu lema desde quando eu tive um probleminha sério de saúde (que depois eu conto pra vocês) e a massagem pode e DEVE fazer parte dessa tão falada “qualidade de vida”.
Eu tive muitas clientes que faziam a massagem relaxante uma vez por semana e até em alguns casos de depressão eu cheguei a ver melhora total! É muito gratificante e isso não tem preço!
FONTE: MARIANAVENITE.COM.BR

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Pesquisa indica que somente atividades desafiadoras ajudam a manter memória no envelhecimento

Os idosos são frequentemente encorajados a manter-se ativos e empenhados para manter suas mentes afiadas. Mas uma nova pesquisa indica que apenas determinadas atividades — desenvolver uma habilidade que seja mentalmente exigente como a fotografia, por exemplo — são capazes de melhorar o funcionamento cognitivo.
Estes resultados, no prelo na revista Psychological Science, da Association for Psychological Science, revelam que as atividades menos exigentes, como ouvir música clássica ou completar palavras cruzadas, provavelmente não trarão benefícios visíveis para a mente quando enevelhecemos.
— A pesquisa indica que não é suficiente apenas fazer alguma coisa, é importante fazer algo que não é familiar e mentalmente desafiador, e que ofereça ampla estimulação mental e social. Quando você está dentro de sua zona de conforto, você pode estar fora da zona de melhoria — diz a psicológica e principal pesquisador da Universidade do Texas, Denise Park.
As descobertas fornecem uma visão importante para as atividades diárias que contribuem para a vitalidade cognitiva à medida que envelhecemos.
— Precisamos aprender o que fazer para manter a mente saudável, assim como nós já sabemos como manter a saúde vascular com dieta e exercício. Sabemos muito pouco agora — afirma Denise.
Para seu estudo, Park e os demais pesquisadores recrutaram aleatoriamente 221 adultos, com idades entre 60 e 90 anos, para participar de um determinado tipo de atividade durante 15 horas por semana ao longo de três meses.
Alguns participantes foram designados a desenvolver uma nova habilidade — fotografia digital, artesanato ou ambos — o que exigiu participação ativa e memória de trabalho, memória a longo prazo e outros processos cognitivos de alto nível.
Outros participantes foram instruídos a se engajar em atividades mais familiares em casa, como ouvir música clássica e completar palavras cruzadas. E , para considerar a possível influência do contato social, alguns participantes foram atribuídos a um grupo que incluiu interações sociais, passeios e entretenimento.
Ao final de três meses, os pesquisadores descobriram que os adultos que foram envolvidos na aprendizagem de novas habilidades mostraram melhor memória que aqueles que se envolveram em atividades sociais ou atividades que não exigiam esforço mental.
— Os resultados sugerem que somente o engajamento não é suficiente. Apenas os grupos que foram confrontados com desafio mental contínuo e prolongado apresentaram melhora na memória — diz Denise.

Fonte: Bem-estar/Site Zero Hora

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Flocos, farelo ou farinha?

Possui cálcio, ferro, proteínas, vitaminas do grupo B e E, carboidratos e fibras. Não foi à toa que a aveia caiu nas graças de quem é adepto da alimentação saudável, né?  De tão rico em nutrientes, o cereal passou a ser considerado alimento funcional, responsável por melhorar o funcionamento do organismo e, de quebra, prevenir algumas doenças.
De tantas substâncias benéficas, as protagonistas são as fibras solúveis, pois estão relacionadas ao bom funcionamento intestinal e à manutenção dos níveis de colesterol. A betaglucana é uma delas, responsável por melhorar a circulação sanguínea e, assim, controlar a pressão arterial e evitar doenças cardiovasculares.
Além disso, a aveia fortalece nossas defesas contra bactérias e infecções. Convencido? Na hora de escolher qual variedade levar pra casa, lembre-se:
Aveia em Flocos: o grão é prensado integralmente e conserva seus principais nutrientes. Pode ser polvilhada sobre frutas, saladas e iogurtes.
Farelo de Aveia: vem da camada externa do grão. Possui maior concentração de fibras e é ideal para ser usado em massa de pães, bolos e afins.
Farinha de Aveia: como é obtida da parte mais interna do grão, acaba perdendo um pouco de fibras. Mas é ótima substituta da farinha de trigo nas receitas de pães, panquecas e bolos.
Que o cereal faz bem, agora a gente sabe. Mas isso não é desculpa pra se esbaldar com essa delícia. Por incrível que pareça, é bastante calórica. Então, recomenda-se a ingestão de 30g por dia, o que equivale a 3 colheres de sopa em suas preparações.

Fonte: BLOG/Mundo Verde

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Incenso e doença

Incenso e doença - ABC da Saúde 



É prática muito comum em vários países do mundo a queima de incenso no interior das residências, assim como em locais de trabalho e locais públicos.
A poluição em locais fechados é um motivo de preocupação devido ao seu maior efeito produzido pela concentração dos poluentes na ausência de ventilação. A poluição do ar em locais fechados produzida pelo cigarro já está bem caracterizada e o fumo passivo (inalação da fumaça de cigarro por não fumantes) é considerado um problema de saúde pública que, segundo a Organização Mundial da Saúde, atinge cerca de dois bilhões de pessoas. Estas pessoas apresentam um risco muito aumentado de desenvolver várias doenças como câncer de pulmão ou de cabeça e pescoço, doença cardiovascular, infarto, AVC (acidente vascular cerebral) e enfisema pulmonar, dentre outras.
Já existem alguns estudos indicando que a queima de incenso também pode ser uma fonte de poluição importante e causar problemas de saúde. Recentemente, uma pesquisa publicada na edição de agosto da revista científica Science of the Total Environment confirma os prognósticos mais sombrios.
Neste estudo os pesquisadores utilizaram dois tipos de incenso oriundos dos Emirados Árabes e os queimaram em um local fechado, emitindo uma concentração de fumaça similar à observada em uma sala de estar típica nas residências deste país. Foi analisado o tipo e a quantidade de gases contidos na fumaça. Foram encontrados altos índices de monóxido de carbono, formaldeído e óxidos de nitrogênio.
Prosseguindo o estudo, os investigadores expuseram células pulmonares humanas a este ambiente. As células apresentaram uma resposta inflamatória, característica da asma e de outras doenças respiratórias, resposta esta muito similar à encontrada quando células pulmonares são expostas à fumaça de cigarro.
O conjunto dos resultados desta pesquisa indica que a queima de incenso em ambientes fechados produz riscos à saúde. Os pesquisadores recomendam que o ambiente onde ocorra a queima do incenso seja muito bem ventilado, com a abertura de portas e janelas e salientam também que alternativas na composição do incenso, como a redução da quantidade de carvão, podem diminuir bastante a emissão de poluentes.
Como este hábito cultural se difundiu para vários países e que estimativas da Organização Mundial da Saúde indicam que mais de um milhão de pessoas por ano morrem de doença respiratória no mundo (a maior parte devido à poluição em ambientes fechados), o controle dos fatores que potencialmente aumentam o risco destas doenças deve ser considerado.
Fonte
Leia Mais: Incenso e doença http://www.abcdasaude.com.br/?n=1308140000#ixzz2f5P5Qitt 
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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Fumo na gravidez – efeitos a longo prazo nos filhos

São bem conhecidos os efeitos nocivos produzidos pelo fumo durante a gravidez. A exposição à nicotina no período pré-natal altera o desenvolvimento cerebral, induz parto prematuro, produz bebês de baixo peso e, muitas vezes, pode levar à perda do feto. Os bebês que foram expostos à nicotina na vida intrauterina apresentam, também, uma maior probabilidade de serem viciados em cigarro quando ficam adultos.
Para tentar esclarecer os mecanismos pelos quais a exposição do feto à nicotina produz alterações de longo prazo, um grupo de pesquisadores de Nova York desenvolveu um estudo em que foram administradas pequenas doses de nicotina a ratas prenhas, o correspondente a uma mulher grávida fumar um cigarro por dia. Os resultados foram publicados na edição de 21 de agosto da revista científica The Journal of Neuroscience.
Os cérebros dos filhotes foram analisados e constatou-se um aumento do número de células nervosas em determinadas regiões do cérebro. Estas células são responsáveis pela produção de substâncias conhecidas como orexigenas (aumentam o apetite). Estes filhotes, quando adolescentes, apresentam uma alteração de comportamento caracterizada por um aumento de consumo de substâncias que produzem a sensação de recompensa.
A avaliação foi feita pela oferta aos adolescentes de soluções de nicotina, de álcool e de alimentos ricos em gordura, além da água pura e da ração normal. Os ratos que foram expostos à nicotina na gravidez da mãe apresentaram um consumo aumentado dos três componentes (nicotina, álcool e gordura), quando comparados aos animais em que a mãe não recebeu nicotina. Curioso que não houve aumento de consumo de água ou ração padrão, indicando que o efeito é especifico sobre substâncias que produzem sensação de recompensa e levam à adição.
Os resultados deste estudo demonstram que a exposição pré-natal a baixas doses de nicotina produz efeitos tardios na prole que levam a comportamentos que podem levar a adição a drogas e obesidade.
Para as futuras mães esta é mais uma forte evidência para não fumar (ou se expor à nicotina com substitutos do cigarro), pois, além de por em risco a sua gravidez, de comprometer o bebê, poderá estar definindo, talvez de forma irreversível, o futuro adulto de seu filho.


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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Alimentação e exercícios ajudam a melhorar sintomas da TPM



Existem hipóteses de que os carboidratos, principalmente de alto índice glicêmico, como arroz branco, massas, pão branco, doces, batata e algumas frutas, aumentem a produção de serotonina, o que diminui os sintomas da Tensão Pré-Menstrual (TPM). Os nutricionistas, porém, costumam recomendar que se evite esses alimentos, pois eles podem auxiliar no ganho de gordura corporal e desbalanço da insulina, podendo acarretar em problemas futuros para como obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares.
Uma dieta ideal nesse período inclui alimentos ricos em triptofano, como feijão, leite e derivados, nozes e castanhas; alimentos ricos em ácidos graxos essenciais como azeite, peixe e linhaça; vegetais verdes escuros, germen de trico e abacate, ricos em magnésio e, alimentos ricos em B6 como carnes magras, leguminosas, germen de trigo, abacate e vegetais verdes. Esses alimentos associados à prática de atividade física atenuam os sintomas da TPM.

Atividade física
Segundo pesquisas, para auxiliar na melhora de sintomas da TPM deve-se eliminar o açúcar, sal, cafeína, álcool, carne vermelha e alimentos gordurosos, fracionar as refeições, ingerir mais líquidos e praticar exercícios físicos.
Estudos têm mostrado que nessa época há uma queda da serotonina e triptofano, essenciais para o bom humor. Alguns alimentos como carnes magras, peixes, leite e derivados, nozes e leguminosas contém triptofano, B6 e magnésio, melhorando os sintomas da TPM.
Já o exercício físico modula alguns hormônios que minimizam os sintomas dessa síndrome, como a serotonina, estrogênio e beta endorfinas. As beta endorfinas liberadas com a prática de atividade física exercem no sistema nervoso central ação cinco a dez vezes maior que a morfina. O estudo mostrou que a prática regular por 3 meses de uma atividade aeróbica de moderada a intensa reduziu os sintomas como melancolia, pensamentos negativos, dores, sono e ansiedade em mulheres na TPM.

Retenção de líquidos
O edema pré-menstrual é um sintoma frequente que atinge cerca de 92% das mulheres e ocorre pelo desequilíbrio da progesterona, causando flacidez na parede venosa, com consequente prejuízo à drenagem e retenção hídrica. A prática de atividade física é recomendada, pois além de aumentar os níveis de beta endorfina e serotonina, melhorando os sintomas de humor, melhora a circulação e a retenção hídrica. Uma alimentação pobre em sódio também é recomendada, portanto, evitar alimentos embutidos, enlatados e sal é essencial para a melhora do edema.
Outros tratamentos não medicamentosos como a drenagem linfática são utilizados, pois apresentam efeito analgésico e relaxante muscular, melhorando as dores. Alguns estudos demonstram a melhora da retenção hídrica por meio da drenagem linfática, mas isso varia de acordo com a oscilação hormonal de cada mulher. Essa retenção hídrica causa mais sensibilidade emocional à mulher, visto que há um aumento de peso, por isso a necessidade da aliança entre o tratamento físico, estético e nutricional.

FONTE: ATARDE.COM.BR

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Conheça os benefícios do Açaí


O açaí já é uma das frutas mais famosas do Brasil. O motivo? Além de possuir uma alta concentração de vitaminas, pode ser consumida de diversas formas, como: na tigela, como sorvete, suco, geléia, entre outras maneiras. Assim, agrada aos vários tipos de consumidores.

Mas o que muitas pessoas não sabem é que, além de ser deliciosa e dar muita energia, esta fruta da Amazônia é também bastante benéfica para sua saúde, pois possui alguns dos principais nutrientes que o corpo humano necessita.

Por exemplo, ele possui uma elevada quantidade de vitamina E, o que o torna um antioxidante natural e ajuda a combater os radicais livres. Por isso, é essencial no retardamento do envelhecimento.

Também é rico em fibras, auxiliando no trânsito intestinal, e em ferro, mineral importante ao corpo e que combate a anemia.

A fruta possui um teor considerável de proteína, elemento que age na reparação e construção de tecidos e são essenciais nas dietas para perder gordura. Tem, ainda, grande concentração de cálcio, que é essencial na formação dos ossos e dentes.

Outra vitamina que o açaí possui em abundância é a B1, que além de ajudar no estímulo do apetite, garante o bom funcionamento do sistema nervoso.

Quer emagrecer?

É importante lembrar, porém, que o açaí é um alimento bastante calórico. Por isso, se você estiver fazendo dieta com o objetivo de perder peso, evite comer seu açaí com banana, mel e granola, por exemplo. Neste caso, a melhor opção é fazer um suco ou consumir a polpa junto com morango – fica uma delícia, aliás.

A principal dica é incluir o açaí na sua alimentação, para torná-la mais saudável e variada. Não se esqueça de consumir vários tipos de frutas, legumes e verduras também. Se quiser enxugar uns quilinhos, estes alimentos são seus aliados, assim como as atividades físicas praticadas com regularidade.

FONTE: MEXA-SE.com.br

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Qualidade De Vida No Trabalho

Vivemos numa sociedade em mudanças e num momento excitante para as organizações. A sociedade percebe que a Qualidade de Vida e a Saúde são ativos importantes, envolvendo dimensões física, intelectual, emocional, profissional, espiritual e social.

Práticas inadequadas no ambiente de trabalho geram impacto negativo na saúde física e emocional dos empregados e na saúde financeira das empresas. Baixa motivação falta de atenção, diminuição de produtividade e alta rotatividade criam uma energia negativa que repercute na família, na sociedade e no sistema médico.

Segundo Domenico de Masi, vivemos e trabalhamos numa sociedade do futuro, mas continuamos a usar os instrumentos do passado. Felizmente, para algumas empresas inovadoras e conscientes, este cenário não faz parte de sua realidade atual

As dez melhores empresas para se trabalhar (Guia Exame 2001) transformaram o ambiente de trabalho e a Saúde emocional e física em vantagem competitiva, tendo plena convicção estratégica de que quanto mais eliciar satisfação, mais retorno terão em produtividade, criando assim a visão de uma organização mais privilegiada, competitiva e equilibrada.

Definição: 

Segundo a Organização Mundial da Saúde, Qualidade de Vida é um conjunto de percepções individuais de vida no contexto dos sistemas de cultura e de valores em que vivem, e em relação a suas metas, expectativas, padrões e preocupações.

Objetivos Open in new window

Programas de saúde é a ciência e a arte de ajudar pessoas a modificar seu estilo de vida em direção a um ótimo estado de saúde, sendo esta compreendida como o balanço entre a saúde física, emocional, mental, social e espiritual. (american journal, 1989).

Os programas de Saúde e QV objetivam facilitar mudanças no estilo de vida, combinando ações e campanhas para consciência, comportamento e envolvimento, que suportem suas práticas de saúde e previna doenças.

Qualidade de Vida no Trabalho

O propósito de um programa de Qualidade de Vida ou Promoção de Saúde nas Organizações é encorajar e apoiar hábitos e estilos de vida que promovam saúde e bem estar entre todos os funcionários e famílias durante toda a sua vida profissional.

Um programa de Qualidade de Vida existe para gerar estratégias com o intuito de promover um ambiente que estimule e dê suporte ao indivíduo e à empresa, conscientizando sobre como sua saúde está diretamente relacionada à sua qualidade e produtividade.

Não é suficiente ter em mente mudar relevantemente o estado de saúde dos profissionais, mas também encorajá-los a cuidarem e gerenciarem sua própria saúde, adquirindo um ganho substancial na sua satisfação e crescimento, assim como no aumento de produção e redução de custos para a empresa

Benefícios

Melhoria da produtividade

Empregados mais alertas e motivados

Melhoria da imagem corporativa

Menos absenteísmo

Melhoria das relações humanas e industriais

Baixas taxas de enfermidade

Melhoria da moral da força de trabalho

Redução em letargia e fadiga

Redução de turnover

Missão Estratégica

A missão estratégica de um programa de Qualidade de Vida canaliza seus esforços para alcançar os seguintes resultados:

? Aumentar os níveis de SATISFAÇÃO E SAÚDE do colaborador/ consumidor/ comunidade. (Força de trabalho mais saudável) 

? Melhorar o CLIMA ORGANIZACIONAL (ambiente, relações e ações saudáveis) 

? Afetar beneficamente no processo de FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO humano, agregando competências (capacidade e atributos) 

? Influenciar na diminuição da PRESSÃO NO TRABALHO e do DISTRESSE individual e organizacional (Menor absenteísmo/rotatividade; Menor número de acidentes) 

? Melhorar a capacidade de DESEMPENHO das atividades do dia-a-dia. (Maior produtividade) 

As dimensões da Saúde Integral e Qualidade de Vida

Para efeitos didáticos, dividimos a Saúde em Seis Dimensões: FÍSICA, EMOCIONAL, INTELECTUAL, PROFISSIONAL, SOCIAL e ESPIRITUAL.

Estas dimensões facilitam a consciência e o desenvolvimento da saúde integral, assim como a possibilidade de se ter uma visão sistêmica e seu posterior equilíbrio e expansão, pois sabemos que na vida sempre estamos buscando uma inter-relação harmoniosa dos vários aspectos e dimensões do ser humano. 

Desde que o mundo exigiu novas e complexas interações em termos de excelência em relação à produtividade e a qualidade dos serviços prestados, estamos tendo que constantemente se adaptar a todos estes estímulos, comprometendo de alguma forma nosso aprendizado e saúde. Afina de contas, se sentir mal no tempo e no espaço não é mais privilégio de nenhum astronauta. O psiquiatra Carl Gustav Jung dizia que se as coisas vão mal no mundo, algo deve estar mal comigo. Assim seria sensato, em primeiro lugar, ficar bem. Viver uma vida vibrante e feliz, na qual se utiliza o máximo que possui, com enorme prazer é um objetivo de vida. É o que dá qualidade à vida.

Eduardo Carmello

FONTE: MEXA-SE.com.br